Uma breve opinião sobre a Eleição Presidencial.

Chegamos ao fim das eleições. Um período de disputas, debates, discussões, promessas, omissões, acusações, mentiras… Com a reeleição de Dilma Rousseff, fica claro que o país está dividido. O que mais se lê nas “rodinhas de conversas virtuais” são piadas, ofensas e o ódio é nítido, dá para sentir… É triste, constrangedor e diz muito sobre a condição humana em nossos dias.

Apesar de considerar essa ideia de “mudar o Brasil” um tanto que pretensiosa, o candidato Aécio Neves (PSDB) recebeu meu voto, por acreditar que no momento seria o melhor para a nação por diversos motivos, sendo alguns, óbvios. Nos dois turnos fui às urnas e fiz a minha parte, como cidadão. Penso ser inconsequente nessa hora ficar cuspindo abelha africana, ofendendo o outro (o qual tem seus motivos pela escolha diferente da minha), ou até mesmo dizer ter vergonha de ser brasileiro, dentre outras. Como brasileiros, teremos benefícios de uma boa administração ou sofreremos as consequências negativas, caso não ocorra mudanças significativas nos próximos 04 anos.

Entendo que somos seres políticos desde cedo, em nosso convívio e nas relações que mantemos durante a nossa vida. A política é e sempre será importante. No entanto, antes de qualquer partido político, a mudança tem que partir de cada um. É essencial o esforço, correr atrás dos objetivos, trabalhar, fazer o que precisa ser feito e buscar melhorar como ser humano, consequentemente, coisas boas hão de acontecer. No mais, é fiscalizar, cobrar, reivindicar, orar e torcer para as autoridades elegidas mudem, ainda que pareça impossível.

Para complementar, cito aqui uma parte do texto “As urnas e a lição que o futebol, que o Bom Senso FC dá à sociedade brasileira”, de Mauro Cezar Pereira, jornalista dos canais ESPN, postado ontem em seu blog. Veja o post completo aqui.

“[...] Dar um bom dia, respeitar as pessoas, não ser agressivo no trânsito, pensar coletivamente, não tratar os menos favorecidos como se fossem pessoas invisíveis, ajudar alguém sempre que possível, doar para instituições. Vamos tirar alguma lição disso tudo, pois independentemente do eleito, não se iludam, o “jogo” da política seguiria do mesmo jeito de sempre. Mas é possível que, se a sociedade for mais atuante, eles, políticos, sejam mais cobrados. Isso pode dar algum resultado”. 

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